
Arivaldo Sampaio tinha 69 anos quando soube que era 100% compatível com o filho, que dependia de hemodiálise quase diária; 3 anos depois, ele corre, faz musculação e prova que idade não é limite para doar
Em 2023, Arivaldo Sampaio, então com 69 anos, viu o filho perder a função do único rim que tinha e ficar refém da hemodiálise quase diária.
😔A única esperança era o transplante. Toda a família se colocou à disposição… e o resultado emocionou a todos: compatibilidade TOTAL entre pai e filho!
🙏❤️💬 “Me perguntava como estará esse rim. Funcionalmente ele estará bem? Pode mesmo ser doado? Fizemos todos os exames e, graças a Deus, fui considerado apto”, contou Arivaldo.
O Ministério da Saúde explica que um doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, medula ou pulmões. A idade não impede, o que vale é a saúde!
✅E a cirurgia foi um sucesso:“Meu filho já saiu com o rim funcionando”
🥰🏃♂️ 3 ANOS DEPOIS, EXEMPLO DE VIDA!
Hoje, com 72 anos, Arivaldo treina 5 vezes por semana, faz corrida, musculação e alongamento. Uma vez por ano faz check-up no Hospital Universitário de Brasília (HUB), que fez o transplante.
Professor de educação física por 30 anos na rede pública, ele deixa a lição: “Tudo isso é uma prova de que, quando você procura se cuidar, você consegue chegar numa idade mais avançada com mais qualidade de vida. Nossa velhice é consequência do que a gente faz no dia a dia.”
👏👏👏UM HERÓI DA VIDA REAL! Deixe seu ❤️ pra esse paizão!
Agência Brasil









