Transição será gradual e não elimina o uso do papel; sistema agora controla eletronicamente medicamentos sujeitos à retenção, incluindo o ozempic e similares

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu um passo importante na digitalização da saúde no Brasil! A partir desta semana, o Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR) passa a aceitar a emissão totalmente eletrônica de notificações de receita das tarjas azul e amarela — aquelas que, até então, só podiam ser feitas em papel físico.

A nova regra também abrange receitas de controle especial (as chamadas receitas brancas), incluindo antimicrobianos e medicamentos agonistas de GLP-1 (as famosas canetas emagrecedoras) 💊💉.
📌 ENTENDA OS PRINCIPAIS PONTOS EM 4 PASSOS:
1️⃣ O papel continua valendo! 📄 A mudança não torna o meio digital obrigatório nem extingue o bloco físico. O papel continua sendo aceito normalmente. A novidade é apenas mais uma opção para médicos e pacientes.
2️⃣ Integração gradual até outubro 🗓️ Para receitas brancas eletrônicas (controle especial), haverá um período de adaptação. A partir de 30 de outubro, caso o profissional escolha emitir a receita branca de forma digital, o sistema dele deverá obrigatoriamente estar integrado ao SNCR.

3️⃣ Como fica para médicos e dentistas? 👨⚕️ O profissional continuará usando seu software de prescreve habitual, que se comunicará diretamente via API com o SNCR. Não é necessário acessar uma página separada da Anvisa para cada emissão.
4️⃣ Mais segurança nas farmácias 🏪 Ao receber a receita eletrônica ou o QR Code correspondente, a farmácia consultará a base nacional da Anvisa para checar a autenticidade e registrar a dispensa, impedindo que a mesma numeração seja reaproveitada indevidamente.
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Agência Brasil









