Segunda fase da ação combate a venda em larga escala de maquiagens e produtos sem registro na Anvisa que põem a saúde de consumidores em risco

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo Regional do Gaeco em Londrina, deflagrou nesta quinta-feira (16) a segunda fase da Operação Dalila. Com o apoio técnico e operacional da Vigilância em Saúde de Londrina, o foco principal é frear a distribuição e venda de cosméticos irregulares, falsificados e sem nenhum registro sanitário na região.
🔍 Como funcionava o esquema? De acordo com as investigações, os produtos — que incluem colas para cílios, bases e fixadores de maquiagem — têm origem desconhecida e rótulos falsificados. A distribuição ocorria em larga escala, principalmente por meio de plataformas de comércio eletrônico (e-commerce), abastecendo tanto profissionais de beleza quanto o consumidor final.
📦 Ação de Hoje Agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Criminal de Londrina. Os alvos englobam residências, comércios e até guarda-volumes (self-storages) estrategicamente usados por um dos investigados para ocultar os estoques ilícitos e burlar a fiscalização.
As equipes buscam apreender:
- 💄 Cosméticos adulterados e de origem clandestina;
- 🏷️ Embalagens e insumos para rotulagem falsa;
- 📱 Dispositivos eletrônicos para robustecer as provas.
🔄 Desdobramento de 2025 Esta nova fase é um reflexo direto da primeira etapa da operação, realizada em outubro de 2025, quando houve prisões em flagrante pela venda de cremes capilares falsificados de uma famosa marca francesa. A partir da análise dos celulares apreendidos na época, o Gaeco conseguiu mapear toda a rede de fornecedores que abastecia esse mercado clandestino por meio de importações irregulares.
⚖️ Consequências Legais Os investigados podem responder por crimes graves, que incluem:
- 👥 Associação criminosa;
- 🛒 Crimes contra as relações de consumo;
- 🧪 Falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.
MPPR









